Quinta-feira, Novembro 08, 2007

Mudança de Endereço!!!!

Atenção! A partir de hoje, este Blog será unificado com o

Blog da NetJudaica

que publica notícias de Israel e da Comunidade Judaica.

Quarta-feira, Novembro 07, 2007

O judeu é mais inteligente?

Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?

Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do Prêmio Nobel.

O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado povo do livro. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.

O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.

A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.

Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa -- e também a coisa mais segura para ser carregada.

Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.

Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.

Aumenta número de palestinos que pedem cidadania israelense

Jerusalém, 7 nov (EFE).- O número de palestinos de Jerusalém Oriental que pedem a cidadania israelense aumentou de maneira notável, segundo o Ministério do Interior de Israel.

De acordo com estatísticas desse Ministério publicadas hoje na versão digital do jornal "Yedioth Ahronoth", um total de 3.000 pessoas que moram na região oriental de Jerusalém pediram nos últimos quatro meses a cidadania israelense.

O jornal lembra que esse número de pedidos é muito superior ao registrado até então e que só 12.000 palestinos de Jerusalém Oriental - a uma média de 300 por ano - obtiveram a cidadania israelense desde a anexação por Israel dessa parte da cidade em conseqüência da Guerra dos Seis Dias (1967).

Segundo os dados do Ministério de Interior israelense, a maioria das novas solicitações foram apresentadas por residentes de bairros que ficariam eventualmente sob controle da Autoridade Nacional Palestina (ANP) no caso de se chegar a um acordo para a criação de um Estado palestino.

Dos cerca de 240 mil palestinos que não são cidadãos de pleno direito de Israel e que moram em Jerusalém, a maioria goza do status de residente permanente na disputada cidade, o que lhes permite aceder serviços sociais, médicos e municipais, e a ajudas que por família sobem anualmente para US$ 770.

Além disso, gozam de liberdade de movimentos, ao contrário dos palestinos que vivem na vizinha Cisjordânia.

Terça-feira, Novembro 06, 2007

Receita une árabes e israelenses

Árabes e israelenses têm divergências milenares. Brigam por fronteiras e territórios. Mas esses dois povos também têm um gosto comum na hora de comer. É o que mostra de Jerusalém o correspondente da TV Globo, Alberto Gaspar.

Saiba mais: confira a receita e veja como preparar o faláfel

A comparação é inevitável: o faláfel lembra ou não lembra um acarajé? Em miniatura, é claro. É frito em óleo bem quente. Só que, em vez de feijão-fradinho, o ingrediente principal é o grão-de-bico. A alquimia da massa é secreta sempre.

“Não dá para conseguir o mesmo sabor fazendo em casa”, diz um palestino, em Ramallah, na Cisjordânia. “É o segredo do negócio deles”, ele afirma.

“Meu pai não me conta”, diz um rapaz, terceira geração à frente de um estabelecimento nada modesto. “O número 1, o melhor de Jerusalém”, está escrito. “É o povo que diz, não eu”, ele jura.
O falafel é, sem dúvida, uma criação árabe – do Egito, provavelmente. Mas há quem cite outros países, como Iêmen ou Líbano. O certo é que ele é um simpático traço de união não apenas entre os árabes, mas também com os judeus.

“Israel também fez dele uma tradição nossa”, diz um senhor. “A gente pode comer em qualquer lugar”, elogia um homem.

Mas é claro que, até no faláfel, há algumas diferenças entre judeus e palestinos: o formato redondo ou compridinho; bolinhos moldados manualmente ou na máquina. Entre os árabes, é mais comum o consumo como petisco, sem pão; entre os judeus, quase sempre em sanduíche, no pão árabe tipo pita, mais conhecido no Brasil, ou em um outro, chamado “lafa”, que é enrolado no final.

Em qualquer lugar, os acompanhamentos são os mesmos: “hummus”, a pasta de grão-de-bico; molhos picantes; o tahine, à base de gergelim; picles; uma enorme variedade de saladas; e, para quem quiser, batata-frita. Afinal, esta é a “fast-food” do Oriente Médio.

Um casal de judeus acostumado a comer faláfel no Brooklin, em Nova York, estava ansioso para fazer a comparação.

“Esse tempero... E é bem crocante. Um pouco oleoso, mas não muito. Perfeito”, ela elogiou.
O repórter provocou o cinegrafista, um italiano fã de faláfel. Melhor do que macarronada? “Não exagere”, ele respondeu.

Quanto ao repórter Alberto Gaspar... “Sem comentários. Não posso falar de boca cheia”, disse ele.

Segunda-feira, Novembro 05, 2007

Discurso da Ministra das Relações Exteriores Sra. Tzipi Livni e opinião sobre o processo de paz em 03 de Novembro de 2007

Estamos enviando alguns Pontos Principais do Discurso da Ministra das Relações Exteriores Sra. Tzipi Livni ao Fórum Saban em 03 Novembro de 2007, e a respeito de suas expectativas em relação ao processo de paz e reunião com a Palestina em Annapolis, EUA.

"Podemos definir este momento como histórico. Como líderes, temos a responsabilidade de estudar todas as opções, diagnosticar os problemas e se existirem problemas, buscar oportunidades para avançar o processo.

"A situação hoje é mais complexa do que nunca; temos que encarar os fatos. A notícia ruim é que o terrorismo reina em Gaza. O Hamas se aproveitou do processo democrático e está se armando no Corredor Philadelphi enquanto Israel está sob ataque diariamente. A boa notícia é que existe uma liderança palestina moderada que aceita a idéia de pazm a visão de dois estados convivendo em paz e segurança. Hoje em dia os palestinos entendem que o terrorismo ataca seus próprios interesses e ao mesmo tempo há problemas em se implantar a visão na situação atual. Existem problemas com sua capacidade de cumprir suas promessas e devemos fortalecer a liderança moderada para que possamos melhorar a situação, não apenas na faixa de Gaza mas também na Margem Ocidental. Esta é a realidade."

"Não podemos fazer vista grossa para a realidade e para o terrorismo na Faixa de Gaza. Portanto decidimos adotar uma dupla estratégia - isolar o Hamas, agir contra o terrorismo e ao mesmo tempo buscar um foco e um denominador comum com a liderança palestina e juntos mudarmos a situação."

"A mudança deve ser real e não apenas teórica. Acredito que devemos enviar uma mensagem para o povo palestino na qual a situação não deve ser desta maneira, mas há uma escolha. A dualidade deve se tornar realidade. Entretanto enquanto tentamos achar um denominador comum, as necessidades de segurança de Israel e a realidade devem ser debatidas."

"A fórmula escolhida foi o Roadmap. O Roadmap baseia-se no entendimento que o caminho para o estabelecimento de um Estado palestino baseia-se na segurança de Israel. Esta fórmula foi adotada por toda a comunidade internacional, incluido-se Israel e os Palestinos. A idéia original foi criar uma quantidade de segurança - diálogos - em caráter permanente. Poderíamos ter esperado até o fim da implementação do primeiro estágio, mas decidimos não fazê-lo porque acreditamos no diálogo com os palestinos. Entretanto, ainda temos que proporcionar uma solução para os problemas de segurança. Portanto decidimos iniciar um novo diálogo agora e retornar à segurança antes que os acordos sejam implementados. Agora a implementação do primeiro estágio está se iniciando em ambos os lados. Estamos dando continuidade ao diálogo mas precisamos ter em mente nossas necessidades de segurança; devemos isso a nós mesmos e aos nossos povos."

"Temos que achar meios para chegarmos a acordos, mas isto somente acontecerá quando ambos os lados entenderem que isto demanda compromisso. Não é verdade que Israel está evitando avanços nas discussões de questões sensíveis. Não estamos dialogando apenas por dialogar; temos que aprender com experiências do passado e é nossa responsabilidade chegar a conclusões e fazer a coisa certa. Devemos ver se é possível alcançar entendimentos nestes tópicos e verificarmos se podemos seguir adiante. Este é um processo que entenderemos num futuro próximo. Já experienciamos a falha no passado e não queremos cometê-la novamente."

"Apredermos com o passado nos leva ao papel do mundo árabe, e este é crucial. O mundo árabe deve nos apoiar no processo, sem tomar o lugar dos palestinos nas negociações. Se um acordo é feito durante o processo, eles devem apoiá-lo e não colocar dificuldades. Eles, assim como a comunidade internacional devel ajudar a diminuir as diferenças entre desejos e intenções do governo Palestino."



Atenciosamente,

Departamento de Comunicação e Relações Públicas

Embaixada de Israel
http://brasilia.mfa.gov.il

Centenas de milhares pedem a paz em homenagem a Rabin


A praça Itzhak Rabin, em Tel Aviv, recebeu centenas de milhares de pessoas no evento oficial no dia 3 de novembro em memória ao primeiro ministro assassinado

Israel dividida

Há dias li no Estadão interessantes observações de Alberto Tamer, sempre original e inteligente colunista. Ele falava, em síntese, da divisão dos brasileiros entre os preocupados com o futuro das instituições e os felizes com a situação econômica. O Brasil tem cerca de 190 milhões de habitantes e cerca de 500 vezes a extensão de Israel, com cerca de sete milhões de habitantes, inserida num mundo de centenas de milhões de indivíduos que lhe são hostis. Em novembro será realizada a “Conferência da Paz”, proposta pelo presidente Bush, visando o fim do conflito israelense-palestino, que já dura 60 anos. Ainda não se tem uma data certa nem a lista dos que serão convidados. Não se chegou a um acordo sobre o documento que deve servir de base para a reunião.

Ehud Olmert e Abu Mazen manifestam confiança em que chegarão a um documento aceitável como ponto de partida para a Conferência. Na versão palestina corrente, a declaração fala de todas as questões que os lados se comprometeriam a resolver depois de aprovado na Conferência. Os países-membros seriam fiadores. Mas Olmert insiste que não há acordo algum até agora. Ele foi a Paris, como irá a Londres para trocar informações sobre o Irã, que estaria se aproximando de ter a sua bomba, e que, alegam americanos, franceses e ingleses, passará a dominar de fato países que controlam 55% do petróleo e gás do quais depende a economia internacional. E não esquecem de lembrar que a Rússia de Putin se infiltra no Oriente Médio e é a principal fornecedora de equipamentos necessários ao desenvolvimento de armas atômicas. A Rússia nacionalista que procura se reafirmar como grande potência e responde por cerca de 15% do petróleo essencial a Europa. E que poderá firmar alianças com o Irã. Então terão o mundo pelo gogô.

Em Israel, agremiações de direita repelem as hipóteses de concessões que Olmert se disporia a realizar em troca de um acordo de paz com os palestinos. São contra dividir Jerusalém em duas municipalidades e soberanias diversas, a israelense e a palestina. Seria o mesmo que ter o Hamas em cada esquina da cidade, argumentam. Abu Mazen, enfatizam, só se sustenta porque a cidade onde vive e tem seu governo, Ramalah, é protegida pelas forças armadas de Israel. Não concordam em retiradas de milímetro algum dos chamados territórios ocupados ou disputados. Nada de concordar com o direito de retorno dos palestinos exilados, pois seria o mesmo que um suicídio do Estado judeu. Ameaçam deixar a coligação de governo. Que, se o fizerem, perderá a maioria e será derrubada.

O grupamento da direita inclui partidos nacionalistas e os partidos religiosos. O líder do Partido Trabalhista, Ehud Barak, atual ministro da Defesa, rejeita a hipótese das divisão de Jerusalém, o que declara abaixo-assinado contendo as assinaturas de 61 membros do Parlamento, metade mais um, maioria absoluta. O atual primeiro-ministro, portanto, não teria condições de chegar à conferência com um documento aprovado pelo seu Parlamento e aceitável aos palestinos. E sem um tal documento, cairia o governo de Abu Mazen. E o Hamas ascenderia ao poder. Ou haverá imediato e violento levante palestino que poderá atrair reforços do mundo muçulmano, como aconteceu no Iraque e Afeganistão. E até mais do que isto. Está vindo de Washington o principal assessor de segurança nacional de Bush. Logo depois voltará Condoleeza Rice, a secretária de Estado para Relações Exteriores. O governo Bush não desiste do objetivo de uma conferência que possa ser qualificada de bem sucedida. Mas no Oriente Médio ninguém é otimista.

Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel

Terroristas palestinos usam o Google Earth para definir alvos

De acordo com o jornal britânico “The Guardian”, membros da Brigadas dos Mártires de al-Aqsa admitiram usar a popular ferramenta de mapas para determinar os alvos de seus ataques. “Pegamos os detalhes no Google Earth e conferimos as informações com nossos mapas”, afirmou o comandante do grupo em Gaza. O líder, também conhecido como Abu Walid, mostrou em seu computador uma imagem aérea da cidade israelense de Sderot, demonstrando como o grupo escolhe seus alvos. Ele também armazena arquivos do lançamento de foguetes que utilizam água do mar para viajar distâncias mais longas.

Apesar de as imagens de satélite do Google Earth não serem atualizadas em tempo real – o que invalidaria informações sobre alvos móveis -, alguns especialistas em defesa afirmam que esse tipo de disponibilidade das informações pode aumentar os riscos de ataques a organizações militares. “Há uma constante ameaça das missões de reconhecimento para acessar nossas bases. O uso de imagens disponíveis na Internet é só mais um método com esse objetivo”, afirmou no início do ano Major Charlie, porta-voz das forças armadas britânicas.

Por conta dessas ameaças, Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, chegou a um acordo com o Google no início do ano para que o programa Google Earth deixasse de exibir pontos estratégicos localizados no país - caso de áreas usadas para fins militares, governamentais e também científicos. Oficiais britânicos também já afirmaram que insurgentes simpatizantes de Osama Bin Laden utilizam as imagens aéreas do programa para localizar possíveis alvos em bases britânicas no Iraque. Ao jornal britânico, o Google afirmou que dá atenção à preocupação de possíveis riscos criados pelo serviço. “O Google está empenhado em um diálogo com especialistas em segurança e agências importantes em todo o mundo”. Ainda assim, a companhia afirmou que o conteúdo disponível no Google Earth e Google Maps não é único: imagens aéreas e de satélite de todos os países estão disponíveis de inúmeras formas. “Inclusive, qualquer pessoa que sobrevoar uma propriedade pode obter essas informações”, afirmou a empresa em comunicado (G1 e Pletz).

Domingo, Novembro 04, 2007

Ataques palestinos a partir de escola infantil

Sábado, Novembro 03, 2007

Tradução e Material Visual a Respeito de Ataques com Morteiros de Escola em Gaza

Estamos enviando tradução do comunicado emitido pelo Porta-Voz da Força de Defesa de Israel e material visual a respeito dos ataques terroristas com morteiros contra Israel à partir de uma escola para meninos em Gaza.

"Imagens obtidas nesta 2ª Feira, 29/10/2007 à aproximadamente 09:00AM por aeronaves da FDI, mostram uma célula terrorista lançando morteiros de uma escola infantil na cidade de Beit Hanoun ao norte da Faixa de Gaza. Nas imagens três terroristas preparam e lançam os morteiros da escola, a qual utilizam como abrigo logo em seguida.

A FDI localizou e atingiu os terroristas enquanto os mesmos fugiam da região da escola. As organizações terroristas, encabeçadas e controladas pelo Hamas, constantemente e cinicamente usam os inocentes civis e crianças palestinas como escudos humanos como podemos ver nas filmagens e portanto, colocam o povo palestino em risco. A responsabilidade é exclusiva dos grupos terroristas."

http://switch3.castup.net/cunet/gm.asp?s=C4E32F9ACC044768A41A1E410C8EB528&ak=null&format=dl&ClipMediaID=1396492

Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Judeus em Nova Orleans reabrem sinagoga


A comunidade judaica de Nova Orleans era de 10.000 pessoas antes do furacão. Apenas 6.500 voltaram à cidade. As lideranças comunitárias foram embora e novas lideranças assumiram seus papéis. 40% dos 500.000 residentes da cidade não mais voltaram.

Uma das fotos mais chocantes, para os judeus, da inundação da cidade é o resgate dos rolos de Torah de uma das sinagogas inundadas. Essa sinagoga era a Beth Israel que perdeu seus sete rolos de Torah, e mais de 3.000 livros religiosos de da área judaica - todos foram enterrados na Gueniza do cemitério judaico local - está a venda e não será reutilizada. Mas isso é passado. A antiga sinagoga Touro, resistiu ao furacão e inundação praticamente ilesa, mas recebeu um novo rabino há dois meses atrás. A Northshore Jewish Congregation, também reabriu com novo rabino formado em Los Angeles.

Neste último domingo, a sinagoga Beth Israel, de designação pouco compreendida no Brasil - "ortodoxa moderna" - reabriu com um novo rabino, Uri Topolosky, e com a consagração de um novo sefer Torah doado. Segundo o rabino, há uma oportunidade para a reconstrução da vida comunitária e ainda dentro do clima de tragédia que se abateu sobre todas, há um aumento da procura dos serviços religiosas em todas as sinagogas da região. Os danos às instituições judaicas da cidade passaram dos 20 milhões de dólares.

Com a inauguração deste domingo, três sinagogas estão ativas em Nova Orleans.

Os moradores da cidade tem uma definição para a atual vida em Nova Orleans, que recentemente elegeu o primeiro prefeito indo-americano dos EUA: "uma nova normalidade". E dentro dessa nova realidade, precária, sob o fio da navalha de uma nova tempestade, Allan Bissinger, que assumiu a direção da Federação Israelita local, comemora a arrecadação de doações de 2,6 milhões de dólares na campanha 2006-2007, comparada com a normal, em torno dos 2,8 milhões de dólares anuais antes do furacão. "Uma comunidade redescoberta, uma cidade revitalizada" é o tema dos que acreditam numa das mais tradicionais regiões norte-americanas.